quarta-feira, 25 de julho de 2018

terça-feira, 24 de julho de 2018

INTRODUÇÃO AO CISCO PACKET TRACER - 2º REDES

Desenvolver um trabalho com os seguintes itens:

Capa (com nome da instituição, turma e nome do aluno)

História do Cisco Packet Tracer
Características
O que o Cisco Packet Tracer possibilita ao aluno?
Levante as seguintes informações:

Packet Tracer
Desenvolvedordigite aqui
Versão estáveldigite aqui
Idioma(s)digite aqui
Sistema operacionaldigite aqui
Gênero(s)digite aqui
Licençadigite aqui
Tamanhodigite aqui
Página oficialdigite aqui

2ª PARTE

VAMOS RELEMBRAR?

Complemente sua pesquisa relatando as características e funções dos seguintes dispositivos:

hub, switch, roteador, roteador wireless, modem ADSL, acess point e repetidor


email: vinicius.marques48@etec.sp.gov.br
asssunto: 2REDES_DR1_01_<nomes>


quinta-feira, 14 de junho de 2018

1ETIM - OPERAÇÃO DE SOFTWARE APLICATIVO - TRABALHO 14/06/2018

Temas que devem ser abordados no trabalho:

1 - Principais navegadores, abordando suas ferramentas e particularidades.
2 - Principais ferramentas de busca.
3 - Principais clientes e gerenciadores de e-mail, abordando suas ferramentas e particularidades.




Seguir as normas para trabalhos escolares encontradas no site abaixo:

https://www.portalsaofrancisco.com.br/portugues/trabalho-escolar

Entrega: 28/06/2018

Assunto: 1ETIM_OSA_AVF_<NOMES>

segunda-feira, 11 de junho de 2018

SEMINÁRIO - 2º REDES DE COMPUTADORES


SEMINÁRIO DOS GRUPOS
Objetivo: O objetivo do projeto é ensinar os alunos a elaborar um projeto de especificação da infra-estrutura de redes de computadores de uma empresa “Empresa Matriz“. Sendo que esta empresa possui três departamentos, CPD – Centro de Processamento de Dados, Financeiro e Diretoria. Cada departamento tem sua própria rede de computadores

Projeto: Entregar em formato digital, com capa, identificando os componentes do grupo, é estar obrigatoriamente organizado com a estrutura a seguir:

Obs: Terá que ser entregue todo o projeto do diagrama das redes no formato do Microsoft Visio (Em casos especificos poderá utilizar o Cisco Packet Tracer).

1.       Cenário da Empresa
1.1.  Ramo de atividade e forma de operação da empresa;
1.2.  Croqui das edificações.
1.3.  Tabelas de equipamentos utilizados em cada departamento e descrição de cada equipamento.

2.       Redes Locais
2.1.  A rede da diretoria suportará até 29 computadores, todos os computadores desta rede usam IP estático;
2.2.  A rede do financeiro suportará até 57 computadores, todos os computadores desta rede usam IP estático;
2.3.  A rede do CPD suportará até 253 computadores e 1 Servidor DHCP, todos os computadores desta rede usam IP dinâmico;
2.4.  Apresentar o diagrama representativo das 3 redes locais;
2.5.  Representar o endereço de rede, o broadcast , a máscaras de rede e “IPs“ disponível para cada rede;

3.       Apresentação do Projeto. O aluno será avaliado individualmente neste quesito (Apresentação do Projeto).

OBS: 2 semanas para realizar a apresentação 25/06/2018.



quarta-feira, 30 de maio de 2018

COMANDO CHMOD LINUX - APRENDA


COMANDO CHMOD

 

chmod - altera permissões 

Lembre que somente quem tem permissão no arquivo ou diretório poderá alterar as permissões, quando ocorrer erros, verifique seus direitos sobre o arquivo ou diretório com o comando "ls -l" ou faça com poderes de root. 

Vamos aprender de modo simples a usar as permissões que muitas vezes é bastante complicado. 

Tendo em mente que o conceito de binário significa 0 = desligado e 1 = ligado, vejamos como fica na tabela abaixo:
     rwx
 0 - 000
 1 - 001
 2 - 010
 3 - 011
 4 - 100
 5 - 101
 6 - 110
 7 - 111

Onde "rwx" são as permissões de um arquivo, ou seja:
  • r=read (leitura)
  • w=write (gravação, alteração, deleção)
  • x=execute (execução)

Feito isso, sabemos que um arquivo ou diretório possui 3 modos de permissão. Uma permissão para o DONO do arquivo ou seja, quem o criou, uma outra permissão para o GRUPO do usuário dono do arquivo, e outra permissão para QUALQUER outro usuário ou grupo. 

Sabendo disso, temos a tabela final abaixo:
    dono grupo outros
     rwx   rwx   rwx
 0 - 000   000   000
 1 - 001   001   001
 2 - 010   010   010
 3 - 011   011   011
 4 - 100   100   100
 5 - 101   101   101
 6 - 110   110   110
 7 - 111   111   111

Exemplo: Temos um diretório qualquer chamado mp3 que eu quero permissão total para o dono [eu], permissão de apenas leitura para o meu grupo e nenhuma permissão para o resto do mundo. O comando para executar essa ação é o CHMOD (em minúsculo mesmo). 

$ chmod 740 /mp3 

(acompanhem na tabela acima, que o 7=rwx, 4=r e 0=nada) 

ATIVIDADES LINUX: COMANDOS BÁSICOS USANDO O SHELL


ATIVIDADES LINUX: COMANDOS BÁSICOS USANDO O SHELL



·          Abra uma janela de Terminal para abrir um shell do Linux, e teste e escreva os comandos que resolvem as solicitações seguintes:

1.        Cancelar a sessão atual e iniciar uma nova sessão.


2.        Abrir o manual (man) do comando top. A propósito, o que mostra o comando top?

3.        No seu diretório home, escreva os comandos para criar os diretórios atividade1 e atividade2.

4.        No seu diretório home, liste o conteúdo do diretório.

5.        Entre no diretório atividade1 e mostre o caminho do diretório corrente.

6.        Crie o arquivo trabalho1.txt dentro do diretório atividade2, e o arquivo trabalho2.txt dentro do diretório atividade2.

7.        Copie o arquivo trabalho1.txt para atividade2.

8.        Limpe o terminal.


9.        Mostre a data atual do sistema.

10.     Veja todas as informações sobre seu SO, e salve-as em um arquivo. Para tanto, direcione a saída ‘>’ para um arquivo qualquer (suponha, nesse caso, que o nome do arquivo seja kernelinfo). Por exemplo, o comando ls /home/PROFESSORLINDO > informacoes direciona o resultado da listagem do diretório
/home/PROFESSORLINDO para o arquivo informacoes.

Redes de Computadores Comandos Linux - EXERCICIOS 30/05/2018


Redes de Computadores Comandos Linux e Exercícios

Comandos básicos utilizados para trabalhar com diretórios e arquivos:

ØØ   ls: listar o conteúdo do diretório corrente (ou de um diretório dado).
ØØ   rm: remover arquivos.
ØØ   mv: movimentar arquivos.
ØØ   cp: copiar arquivos.
ØØ   cat: apresentar o conteúdo de arquivos.
ØØ   more: visualizar o conteúdo de arquivos (paginado).
ØØ   ln: criar links (atalhos).
ØØ     “pwd” : indica qual o diretório corrente do shell.
ØØ   “cd” : troca de diretório:
o    “cd “dir : muda para o diretório dir.
o    “cd ..” : muda para o diretório pai imediatamente superior.
o    “cd -“ : volta para o último diretório visitado.
o    “cd ~user” : vai para o diretório HOME do usuário indicado.
o    “cd” : volta ao diretório HOME.
ØØ   “mkdir” dir : criação do diretório dir.
ØØ   “rmdir” dir : remoção do diretório dir.


Comandos avançados para arquivos

ØØ     “grep” : procurar strings dentro de arquivos de texto. Exemplos:
o    Procurar todas as linhas contendo 'tcsh' em /etc/passwd R: grep tcsh /etc/passwd

ØØ   Procurar todas as linhas que não contenham tcsh em /etc/passwd  R:            grep -v tcsh /etc/passwd

ØØ   “find” : encontra arquivos que satisfaçam certas características. Vejamos alguns exemplos de procura:
o    Procurar todas as entradas “*txt” dentro do diretório /usr: R:  find /usr -name '*txt' –print

ØØ   Procurar todas as entradas *ab* ou *cd* (maíusculas ou minúsculas) presentes em /opt R:            find /opt -iname '*ab*' -or -iname '*cd*'

ØØ   Procurar todas as entradas acessadas a mais de 4 dias em /etc: R:            find /etc -atime +4

ØØ   Procurar todas as entradas modificadas a menos de 2 dias em /etc que tenham mais de 5 Kbytes de tamanho:
R:         find /etc -mtime -2 -and -size +5k

ØØ   Procurar todos os diretórios dentro de /opt cujo grupo tenha acesso em escrita: R:            find /opt -type d -perm +g+w

ØØ   “touch” : atualizar a data de um arquivo

ØØ   “diff” : comparar dois arquivos, mostrando as diferenças entre eles.





Informações em arquivos

Vários comandos permitem obter maiores informações sobre arquivos e sistemas de arquivos. Eis os principais:

ØØ   “stat” : detalhes sobre um arquivo ou diretório (i-nodes).
o    stat /usr/bin/ls

ØØ   “file” : identificar o conteúdo de um arquivo, analisando-o.
o    file /etc/* | more

ØØ   “whereis” : indica onde estão os binários, fontes e páginas de manual de um comando dado.
o    whereis ls

ØØ   “which” : indica o caminho completo para o comando dado.
o    which ls

ØØ   “du” : indica o espaço usado em disco pelos arquivos ou diretórios dados.
o    du $HOME

ØØ   “df” : informações sobre os sistemas de arquivos disponíveis na máquina e sua ocupação.
o    df

ØØ   “tree” : apresenta na tela uma estrutura de diretórios, com ou sem os arquivos.
o    tree


Compressão de arquivos com TAR, COMPRESS, GZIP ou BZIP

Para comprimir arquivos são precisos dois passos:
1.     Aglutinação dos arquivos e diretórios em um único grande arquivo, usando o comando tar.
2.     Compressão do arquivo único, usando comandos como compress, gzip ou bzip2.

O comando tar é bastante antigo, e significa Tape ARchiving (tar também é “piche” em inglês, o que sugere o processo de aglutinação). Ele era muito usado para copiar diretórios em fitas magnéticas. Com as opções adequadas, permite guardar diversos arquivos e diretórios em um único arquivo. Sua sintaxe básica é:

ØØ   Para criar um arquivo ”.tar”: “tar cvf arq.tar dir1 dir2 dir3 …“
ØØ   Para abrir um arquivo ”.tar”: “tar xvf arq.tar”
ØØ   Para listar o conteúdo de um arquivo ”.tar”: “tar tvf arq.tar”


As principais opções do comando tar são:

ØØ   “c” : criar um novo arquivo ”.tar” com o nome indicado
ØØ   “x” : extrair dados do arquivo ”.tar” indicado
ØØ   “t” : listar o conteúdo do arquivo ”.tar”indicado
ØØ   “v” : verbose, mostra detalhes na tela sobre o que está sendo feito

ØØ   “f” : indica que o próximo parâmetro é o nome do arquivo ”.tar” a ser usado. Caso não seja indicado, é usado o conteúdo da variável $TAPE, ou o arquivo /dev/rst0 (fita magnética).
ØØ   “z” : para comprimir/expandir os arquivos tratados usando o gzip (ver abaixo).
ØØ   “Z” : para comprimir/expandir os arquivos tratados usando o compress (ver abaixo).

Para compactar use os comandos abaixo:
ØØ   “compress” : compactador standard do UNIX, hoje em dia pouco usado, mas presente em todas as plataformas. Gera arquivos com extensão ”.Z”.
ØØ   “gzip” : GNU-Zip, um compactador extremamente popular, é muito eficiente. Gera arquivos com extensão ”.gz”.
ØØ   “bz2” : De uso recente e ainda pouco difundido, certamente será muito usado nos próximos anos, por ser ainda mais eficiente que o gzip. Gera arquivos com extensão ”.bz2”.

Um procedimento muito usado é o uso combinado dos comandos tar e gzip, através das opções “z” e “Z” do comando tar. Assim, para obter um arquivo comprimido “corrente.tar.gz” com todo o conteúdo do diretório corrente, basta executar o seguinte comando:

tar czvf corrente.tar.gz . (atenção ao ”.”, que indica o diretório corrente)

Os arquivos ”.tar.gz” também costumam ser nomeado como ”.tgz”, e definem o formato da maior parte dos arquivos UNIX encontrados na Internet. Arquivos nesse formato também podem ser abertos pelas versões recentes do compactador WinZip, do Windows.


Exercícios

1.     Use o comando ls para obter listagens da seguinte forma:
o    listagem longa do diretório home, com detalhes. O que significa cada coluna da listagem ?
o    listagem curta do diretório home, incluindo os arquivos escondidos.
o    listagem longa de ”/var/spool/mail”, ordenada por tamanho dos arquivos
o    listagem longa de ”/etc”, ordenada alfabeticamente
o    listagem longa de ”/home”, ordenada por datas crescentes
o    listagem curta de ”/usr”, recursiva e ordenada por tamanho

2.     O comando mkdir permite criar diretórios com subdiretórios. Leia sua página de manual e execute-o para criar a seguinte estrutura de diretórios (dentro de seu diretório home), usando apenas uma operação. Use o comando “tree” para conferir a estrutura criada:
A
|        B
|        C
|        D

3.     Use o comando find para encontrar todos os links simbólicos presentes em /usr.

4.     O arquivo ”/var/log/messages “contém todos os logins recentes efetuados no sistema. Analise a estrutura do arquivo (usando o comando more); a seguir, use o comando grep para localizar os seus acessos.

5.    Crie um arquivo .tar, com o conteúdo do seu diretório $HOME. A seguir, compacte-o usando os comando compress, gzip e bzip2, e compare os resultados (tamanho).